Eu não meu bem, nunca fui assim
Nunca quis que o tempo parasse
Nem sonho com amores eternos
Acho que não souTão romantico quanto pareço
Eu corro em dias de chuva na rua
E sempre digo eu te amo sem medo
Faço do mundo um castelo escondido
E me apaixono por qualquer detalhe
Porque? não sei,
Se nunca desejei
Coerência nunca foi meu forte
Minhas tempestades transbordam o copo
Eu acho que não sou
Tão sensível assim afinal
Eu choro nos braços de inimigos
E sempre invento minhas proprias verdades
Falo de amor para desconhecidos
E sempre sonho com coisas pequenas
Pra viver mais esse dia, que encontrei na loucura
Um caminho sem rotinas
Tão alheio as coisas mesmas
Pra viver mais esse dia que encontrei na rotina
Um caminho, um motivo
Pra abraçar a loucura
David Barsand
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
§ O Amor de Um Demônio §
Um aroma de jasmim invade as ruas. O que sera?
Ela dá longas passadas sobre o seu salto agulha preto, e parece não se importar com os assobios dos rapazes do outro lado da rua. Ela esta indo em direção a ele. Seus olhos libertam a imagem das belas artes esculpidas no fundo do mar de quando omundo não era apenas mundo.
Derepente escuta um grito do outro lado da calçada. Ela vira, e o dourado dos seus cabelos fazem amesma ondulação do mar durante a aurora mais bela ja vista no paraiso, cada fio reluz como ouro. E nada foi visto, quem gritou?
Seu corpo volta a se movimentar na direção anterior, ela não percebe, mas ele esta cheio de emoção, e neste momento ela contrai o vermelho cereja dos labios, o seu fruto mais doce, enquanto seu corpo com as curvas de uma arpa fazem uma dança com os ventos, e todas as flores e frutos a invejam.
Eles se olham, neste momento ele sente-se afogar no mar que existe em seus olhos, sua mão percore o rosto branco com o primeiro floco de neve do inverno, neste momento ele sente a a casca da primeiro pesego, e deleita-se no fato dela ama-lo...
Eles que perdeu o paraiso. Ele que tem o maior dos odios. Encontra em um Humano Normal. O Que Perdera Outrora
Ela dá longas passadas sobre o seu salto agulha preto, e parece não se importar com os assobios dos rapazes do outro lado da rua. Ela esta indo em direção a ele. Seus olhos libertam a imagem das belas artes esculpidas no fundo do mar de quando omundo não era apenas mundo.
Derepente escuta um grito do outro lado da calçada. Ela vira, e o dourado dos seus cabelos fazem amesma ondulação do mar durante a aurora mais bela ja vista no paraiso, cada fio reluz como ouro. E nada foi visto, quem gritou?
Seu corpo volta a se movimentar na direção anterior, ela não percebe, mas ele esta cheio de emoção, e neste momento ela contrai o vermelho cereja dos labios, o seu fruto mais doce, enquanto seu corpo com as curvas de uma arpa fazem uma dança com os ventos, e todas as flores e frutos a invejam.
Eles se olham, neste momento ele sente-se afogar no mar que existe em seus olhos, sua mão percore o rosto branco com o primeiro floco de neve do inverno, neste momento ele sente a a casca da primeiro pesego, e deleita-se no fato dela ama-lo...
Eles que perdeu o paraiso. Ele que tem o maior dos odios. Encontra em um Humano Normal. O Que Perdera Outrora
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